Leslie Feist tem um novo vídeo. «Graveyard» é retirado de «Metals», o quarto álbum de originais da canadiana, editado em 2011.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Feist | The Bad In Each Other
Leslie Feist está de regresso aos vídeos com «The Bad In Each Other», o tema de abertura de «Metals». Lembro que a canadiana tem dois concertos marcados para o nosso país: primeiro no Coliseu de Lisboa, a 18 de Março, e depois no Coliseu do Porto, a 19 de Março.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Feist | How Come You Never Go There
A canadiana Leslie Feist regressou aos discos em 2011 com «Metals». Um disco menos directo que o seu antecessor «The Reminder», mas ainda assim uma bela colecção de canções. «How Come You Never Go There», o primeiro single de «Metals», é um desses temas.
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
Feistança na Aula Magna
O que dizer do «concertaço» oferecido pela canadiana Leslie Feist a uma Aula Magna esgotadíssima e rendida aos seus encantos? O público mostrava-se deveras satisfeito (a segunda vitória no Europeu e o consequente apuramento para a segunda fase faziam esquecer eventuais problemas com combustíveis e afins); Feist e a sua banda suporte revelavam-se contentes por concluírem mais uma digressão europeia; o delicioso «The Reminder» era o mote para a segunda visita a palcos nacionais, mas «Let It Die», não fazendo-se rogado, voltou a mostrar todo o seu encanto em alguns dos momentos chave do espectáculo.Convém aclarar que o fio condutor dos concertos de Feist é o mesmo que corre nos álbuns da canadiana: musicalidade simples, melodias deleitosas e uma voz capaz de refrescar qualquer alma numa tórrida tarde de Verão. Feist sabe disso e explora essas características: vejam-se as recriações vocais realizadas na abertura do concerto e, por exemplo, em «Sealion» e a fase em que dispensou a banda para, sozinha em palco, nos dar alguns dos rebuçados mais açucarados da sua discografia. Adicionalmente, Feist revelou-se numa autêntica «one woman show» e através de um aguçado sentido de humor aliado a uma forma inteligentíssima de lidar com o público prendeu-nos de início ao fim. Porém, a hipnotizante figura de Leslie Feist e o extraordinário trabalho de projecção parecem ter deixado o público num aparente estado de apatia, quebrado somente ao som de «1 2 3 4», que obrigou os presentes a saltarem das suas confortáveis (ou talvez não) cadeiras para abanar a anca e aplaudir de forma empolgante. Outros êxitos passaram pelo palco da Aula Magna, como são os casos de «My Moon, My Man», «Mushaboom», «I Feel It All», «Secret Heart» (com referência especial a Ron Sexsmith), «The Water» (já no encore), «Inside And Out» (numa versão «lounge», mais compassada e surpreendente), «Past In Present», «Gatekeeper», «Sealion» ou «Let It Die». Pena «One Evening» ter ficado de fora. Razão pela qual deixo em repeat o vídeo de um dos temas mais fortes e aveludados de Feist.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Reminder para Junho
A canadiana Leslie Feist é a mais recente confirmação da Everything Is New para um aguardado regresso a Portugal (dias 10 e 11 de Junho no Porto e em Lisboa, respectivamente). Depois de captar as nossas atenções com «Let It Die», álbum que em 2004 surpreendeu tudo e todos, revelando uma singer/songwriter capaz de pegar nos mais diversos estilos musicais e compositores e actualizá-los à sua maneira indie pop, Feist editou em 2005 «Open Season» (álbum de remisturas e colaborações) e «The Reminder», de 2007. A sonoridade é aveludada, a voz é mais fresca que a Coca-Cola e o resultado final é sensual e irresistível.
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Em forma de teaser deixo o novíssimo vídeo de Feist para o tema «I Feel It All», terceiro single de «The Reminder».
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
2007 | Viagens à tasca em período de férias III
Voltamos a Genève. Na última jornada demonstrei o quão tentadora a FNAC genebrina se revelou. Os gastos foram consideráveis e a satisfação também. Contudo, as restrições encontravam-se, igualmente, de férias e a veia consumista ressurgiu. Tive a oportunidade de mencionar que Genéve tem 2 grandes tabernas (pelo menos as que conheci). Ora, depois de corrermos todas as letrinhas do alfabeto nas mais variadas secções da FNAC (destaque para os Wray Gunn, a única representação nacional na secção pop/rock internacional) descobrimos, perdida na estação local de comboios, o CityDisc. Julgo que podemos afirmar estar perante a Carbono helvética. Não que a sua característica principal seja a revenda de artigos usados, mas o espírito e a música que se vive enquadram-se na perfeição com a “fundação carbónica” portuguesa.
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Route du Lac Léman
.Ora bem, na primeira visita ao CityDisc as escolhas recaíram sobre «Open Season» de Feist, «Psyense Fiction» dos UNKLE e «Drill A Hole In That Substrate And Tell Me What You See» de Jim White, artigos que se encontravam a apetitosos preços entre os 2,50 FCH (aproximadamente € 1,50) e os 10,00 FCH (mais ou menos € 6,05).
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O projecto britânico UNKLE editou há algumas semanas «War Stories». Contudo, foi «Psyence Fiction» (primeiro e até à data o melhor álbum do colectivo) que acabou por surgir na factura final do CityDisc, substituindo a velhinha cópia lá de casa. Aclamado por críticos e público, «Psyence Fiction», editado em 1998, reúne uma multiplicidade de artistas convidados que assegurariam, logo à partida, grande exposição e alguma aceitação. Dj Shadow, Thom Yorke, Richard Ashcroft e Badly Drawn Boy eram cabeças de cartaz no projecto de James Lavelle. Temas como «Guns Blazing», «Lonely Soul», «Bloodstain», «Unreal», «Rabbit In Your Headlights» fizeram as delícias de muitos melómanos. O trip-hop juntava-se ao rock e à pop, o hip-hop abraçava o downtempo, o rock alternativo dava de caras com a música electrónica e a celebração da música era a mais valia do disco. «Psyence Fiction» acabou por se revelar num dos grandes álbuns da década de 90. Não bastando, a presente edição suíça inclui «Be There», tema que parte do instrumental de «Unreal» e que com a preciosa ajuda de Ian Brown se tornou no maior sucesso comercial do colectivo (editado no EP com o mesmo título um ano depois de «Psyence Fiction»).
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O projecto britânico UNKLE editou há algumas semanas «War Stories». Contudo, foi «Psyence Fiction» (primeiro e até à data o melhor álbum do colectivo) que acabou por surgir na factura final do CityDisc, substituindo a velhinha cópia lá de casa. Aclamado por críticos e público, «Psyence Fiction», editado em 1998, reúne uma multiplicidade de artistas convidados que assegurariam, logo à partida, grande exposição e alguma aceitação. Dj Shadow, Thom Yorke, Richard Ashcroft e Badly Drawn Boy eram cabeças de cartaz no projecto de James Lavelle. Temas como «Guns Blazing», «Lonely Soul», «Bloodstain», «Unreal», «Rabbit In Your Headlights» fizeram as delícias de muitos melómanos. O trip-hop juntava-se ao rock e à pop, o hip-hop abraçava o downtempo, o rock alternativo dava de caras com a música electrónica e a celebração da música era a mais valia do disco. «Psyence Fiction» acabou por se revelar num dos grandes álbuns da década de 90. Não bastando, a presente edição suíça inclui «Be There», tema que parte do instrumental de «Unreal» e que com a preciosa ajuda de Ian Brown se tornou no maior sucesso comercial do colectivo (editado no EP com o mesmo título um ano depois de «Psyence Fiction»). .
Relativamente a Leslie Feist, julgo que já tive a oportunidade de aqui frisar estarmos perante uma das vozes mais sexys e frescas da pop do século XXI. Feist fez-se notar em 2004 com o soberbo «Let It Die». É nesse mesmo «Let It Die» e nas varias estórias que dele brotaram que «Open Season: Remixes And Collabs» se baseia. Estamos perante uma compilação de remisturas de temas de «Let It Die» e colaborações de Feist com outros universos. No campo das remisturas, destaque para o apontamento pessoalíssimo e ao piano de Gonzales em «One Evening»; a versão lounge da magnífica cover de «Inside And Out» dos Bee Gees; a remistura «One Room One Hour» da autoria de Feist, Gonzales e Renaud Letang para «Gatekeeper»; a visão de «Mushamboom» dos The Postal Service; e a versão melosa de Renaud Letang e Gonzales para «One Evening». Relativamente às colaborações, as amostras são escassas, passando por «Snow Lion» com Readymade FC; «The Simple Story» com Jane Birkin; e «Lovertits» com Gonzales. No fim, o resultado acaba por ser uma enorme manta de retalhos (15 faixas ao todo) e além de muitas remisturas serem perfeitamente dispensáveis houve colaborações, muito mais interessantes que as seleccionadas, que ficaram de fora, como são exemplos «Know-How» e «The Build-Up» com os Kings Of Convenience (incluídos em «Riot On An Empty Street») ou «La Chanson de Satie» com Arthur H (incluído em «Adieu Tristesse»).
Relativamente a Leslie Feist, julgo que já tive a oportunidade de aqui frisar estarmos perante uma das vozes mais sexys e frescas da pop do século XXI. Feist fez-se notar em 2004 com o soberbo «Let It Die». É nesse mesmo «Let It Die» e nas varias estórias que dele brotaram que «Open Season: Remixes And Collabs» se baseia. Estamos perante uma compilação de remisturas de temas de «Let It Die» e colaborações de Feist com outros universos. No campo das remisturas, destaque para o apontamento pessoalíssimo e ao piano de Gonzales em «One Evening»; a versão lounge da magnífica cover de «Inside And Out» dos Bee Gees; a remistura «One Room One Hour» da autoria de Feist, Gonzales e Renaud Letang para «Gatekeeper»; a visão de «Mushamboom» dos The Postal Service; e a versão melosa de Renaud Letang e Gonzales para «One Evening». Relativamente às colaborações, as amostras são escassas, passando por «Snow Lion» com Readymade FC; «The Simple Story» com Jane Birkin; e «Lovertits» com Gonzales. No fim, o resultado acaba por ser uma enorme manta de retalhos (15 faixas ao todo) e além de muitas remisturas serem perfeitamente dispensáveis houve colaborações, muito mais interessantes que as seleccionadas, que ficaram de fora, como são exemplos «Know-How» e «The Build-Up» com os Kings Of Convenience (incluídos em «Riot On An Empty Street») ou «La Chanson de Satie» com Arthur H (incluído em «Adieu Tristesse»)..
Chegamos à América(na) profunda. Jim White pode facilmente ver-se associado a projectos ou mundos como Calexico, 16 Horsepower, Woven Hand, Handsome Family, Lambchop, Johnny Dowd, Tom Waits, Wilco, Willard Grant Conspiracy, etc., etc., etc. Tudo «farinha do mesmo saco» estará o leitor a pensar. Pois é, mas é esta mesma farinha que me tem cativado mais nos últimos anos. Jim White, com «Drill A Hole In That Substrate And Tell Me What You See», só veio adensar ainda mais esse sentimento e revelar o autor como mais um singer-songwriter norte-americano de eleição. «Drill A Hole...» data de 2004 e revela-se num excelente sucessor dos reconhecidos «Wrong-Eyed Jesus» e «No Such Place». Desta forma, e mais uma vez com o deserto californiano como pano de fundo, Jim White volta a cantar e a encantar. «Static On The Radio», em dueto com Aimee Mann, é uma das mais fascinantes gravações dos últimos anos; a sensibilidade de «Bluebird» chega a arrepiar; o devaneio lounge de «Combing My Hair In A Brand New Style» leva-nos a abanar a anca em ritmo country; a confissão de «That Girl From Bronwnsville Texas» converte o maior céptico ao cristianismo; o delírio com marca registada Eels de «If Jesus Drove A Motorhome» não deixa ninguém indiferente; e «Phone Booth In Heaven» faz-nos sonhar. É certo que pelo meio encontramos temas menos magnetizantes, mas «Drill A Hole…» é mais um grande álbum de Jim White, no qual as composições se revelam autênticas lullabies.
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Chegamos à América(na) profunda. Jim White pode facilmente ver-se associado a projectos ou mundos como Calexico, 16 Horsepower, Woven Hand, Handsome Family, Lambchop, Johnny Dowd, Tom Waits, Wilco, Willard Grant Conspiracy, etc., etc., etc. Tudo «farinha do mesmo saco» estará o leitor a pensar. Pois é, mas é esta mesma farinha que me tem cativado mais nos últimos anos. Jim White, com «Drill A Hole In That Substrate And Tell Me What You See», só veio adensar ainda mais esse sentimento e revelar o autor como mais um singer-songwriter norte-americano de eleição. «Drill A Hole...» data de 2004 e revela-se num excelente sucessor dos reconhecidos «Wrong-Eyed Jesus» e «No Such Place». Desta forma, e mais uma vez com o deserto californiano como pano de fundo, Jim White volta a cantar e a encantar. «Static On The Radio», em dueto com Aimee Mann, é uma das mais fascinantes gravações dos últimos anos; a sensibilidade de «Bluebird» chega a arrepiar; o devaneio lounge de «Combing My Hair In A Brand New Style» leva-nos a abanar a anca em ritmo country; a confissão de «That Girl From Bronwnsville Texas» converte o maior céptico ao cristianismo; o delírio com marca registada Eels de «If Jesus Drove A Motorhome» não deixa ninguém indiferente; e «Phone Booth In Heaven» faz-nos sonhar. É certo que pelo meio encontramos temas menos magnetizantes, mas «Drill A Hole…» é mais um grande álbum de Jim White, no qual as composições se revelam autênticas lullabies.Desta vez a escolha final recaiu sobre «Be There», com Ian Brown ao volante da máquina UNKLE.
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