Os Junior Boys, dupla canadiana que em 2009 completa dez anos de existência, editou este ano o magnífico «Begone Dull Care». Aquele que é o terceiro álbum de originais de Jeremy Greenspan e Matt Didemus é um dos mais apurados exercícios pop dos últimos anos e um dos discos obrigatórios de 2009. Música extraordinariamente elegante que recupera electrónicas do passado e lhe confere, com um admirável requinte, um espírito contemporâneo e, igualmente, intemporal. Talento que já havia sido revelado em «So This Is Goodbye» (álbum de 2006) e no seu single «In The Morning» e que poderá ser comprovado no novo vídeo da banda para «Bits & Pieces» (tema extraído de «Begone Dull Care»).quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Junior Boys | Bits & Pieces
Os Junior Boys, dupla canadiana que em 2009 completa dez anos de existência, editou este ano o magnífico «Begone Dull Care». Aquele que é o terceiro álbum de originais de Jeremy Greenspan e Matt Didemus é um dos mais apurados exercícios pop dos últimos anos e um dos discos obrigatórios de 2009. Música extraordinariamente elegante que recupera electrónicas do passado e lhe confere, com um admirável requinte, um espírito contemporâneo e, igualmente, intemporal. Talento que já havia sido revelado em «So This Is Goodbye» (álbum de 2006) e no seu single «In The Morning» e que poderá ser comprovado no novo vídeo da banda para «Bits & Pieces» (tema extraído de «Begone Dull Care»).
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
EELS | In My Younger Days
«End Times», o oitavo trabalho de estúdio de Mark Oliver Everett enquanto EELS, será editado só em Janeiro de 2010 e já conta com dois vídeos promocionais. Depois do saudoso «Little Bird», surge agora o não menos nostálgico «In My Younger Days». Melancolia que parece recuperar os ambientes de «Electro-Shock Blues», o marcante álbum de 1998, e que tanto me encantaram na última década. Enquanto o disco não nos chega às mãos, deixo em alta rotação o vídeo de «In My Younger Days».
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The Antlers | Two
«Hospice» é já o terceiro álbum dos nova-iorquinos The Antlers, banda que surgiu e se formou através do projecto pessoal do guitarrista, vocalista e letrista Peter Silberman. Originalmente editado pela banda, em Março de 2009, e reeditado e remasterizado pela Frenchkiss Records, em Agosto, «Hospice» relata a história de um homem que se vê obrigado a enfrentar a doença terminal de um dos seus. Melancolia q.b. que segue os ambientes negros/lúgubres de uns Arcade Fire, mas que mantém sempre a tranquilidade eloquente de um Justin Vernon (a.k.a. Bon Iver). «Two» é o excelente single de apresentação deste não menos estupenso trabalho.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Super Bock em Stock II
O roteiro para a segunda edição do Super Bock em Stock passava por assistir aos concertos de Wild Beasts, The Legendary Tigerman, Beach House, Little Joy, Patrick Watson e tentar espreitar as actuações de Voxtrot, Os Golpes, Ebony Bones, The Invisible e Wave Machine..
Na primeira noite os britânicos Wild Beasts apresentaram o magnífico «Two Dancers» (segundo álbum da banda, editado este ano) e saíram claros vencedores deste primeiro tomo Super Bock em Stock de 2009. Incrível como a singularidade do falsete de Hayden Thorpe se mantém em formato live e a envolvência da sonoridade de «Two Dancers» sobrevive às fracas condições que a sala 1 do cinema São Jorge oferece. O público reagiu muito bem e deu a entender que canções como «The Fun Powder Plot», «We Still Got The Taste Dancin’ On Our Tongues», «All The King’s Men», «The Devil’s Crayon» e «Hooting & Howling» constam da actual playlist da maioria dos presentes. Actuação que, a meu ver, merecia uma nova visita ao nosso país, mas agora em nome próprio e numa sala como o Lux. Terminada a actuação dos Wild Beasts atravessámos a Avenida da Liberdade para assistir à salganhada funk pop rock tribal urbana da britânica Ebony Bones que muito tem dado que falar. Ebony Bones é uma mistura de Santigold, Karen O (Yeah Yeah Yeahs) e Skin (Skunk Anansie). Muita energia em palco, mas canções menores (muito menores) que qualquer composição das senhoras supracitadas. O espectáculo é empolgante, mas revela-se, igualmente, inconsequente e inconsistente (aproximação falhada aos Buraka Som Sistema). Seguiu-se The Legendary Tigerman que trouxe consigo algumas vozes femininas para apresentar «Femina», mas cedo se viu que esta não era a noite do
Homem Tigre. O próprio, a determinada altura, e apercebendo-se da monotonia que estava a assolar a sua prestação, atirou com a guitarra ao chão e deu inicio à fase rock n’ roll blues que tanto o identifica. De louvar a metamorfose, mas para mim já era tarde e acabei por ir descansar de mais uma longa semana de trabalho…
Na primeira noite os britânicos Wild Beasts apresentaram o magnífico «Two Dancers» (segundo álbum da banda, editado este ano) e saíram claros vencedores deste primeiro tomo Super Bock em Stock de 2009. Incrível como a singularidade do falsete de Hayden Thorpe se mantém em formato live e a envolvência da sonoridade de «Two Dancers» sobrevive às fracas condições que a sala 1 do cinema São Jorge oferece. O público reagiu muito bem e deu a entender que canções como «The Fun Powder Plot», «We Still Got The Taste Dancin’ On Our Tongues», «All The King’s Men», «The Devil’s Crayon» e «Hooting & Howling» constam da actual playlist da maioria dos presentes. Actuação que, a meu ver, merecia uma nova visita ao nosso país, mas agora em nome próprio e numa sala como o Lux. Terminada a actuação dos Wild Beasts atravessámos a Avenida da Liberdade para assistir à salganhada funk pop rock tribal urbana da britânica Ebony Bones que muito tem dado que falar. Ebony Bones é uma mistura de Santigold, Karen O (Yeah Yeah Yeahs) e Skin (Skunk Anansie). Muita energia em palco, mas canções menores (muito menores) que qualquer composição das senhoras supracitadas. O espectáculo é empolgante, mas revela-se, igualmente, inconsequente e inconsistente (aproximação falhada aos Buraka Som Sistema). Seguiu-se The Legendary Tigerman que trouxe consigo algumas vozes femininas para apresentar «Femina», mas cedo se viu que esta não era a noite do
Homem Tigre. O próprio, a determinada altura, e apercebendo-se da monotonia que estava a assolar a sua prestação, atirou com a guitarra ao chão e deu inicio à fase rock n’ roll blues que tanto o identifica. De louvar a metamorfose, mas para mim já era tarde e acabei por ir descansar de mais uma longa semana de trabalho….
Na segunda noite a primeira cerveja teve o selo do Cabaret Maxime. Porém, rapidamente percebi que a música de Mocky resultaria muito melhor na sexta-feira, após uma intensa semana de trabalho e já em fase de descompressão, que no sábado. Segui para o Teatro Tivoli e aguardei pela estreia em palcos nacionais do duo norte-
americano Beach House. Dream pop com travo melancólico que encontra nas entrelinhas da sonoridade dos conterrâneos Mazzy Star (de Hope Sandoval) o segredo do seu «aparente» sucesso. Temas simples e certeiros que cativaram uma sala muito perto de esgotar e justificou o agendar de novo concerto para Março de 2010 (dia 17 no Lux e dia 18 no Centro Cultural Vila Flor). Registe-se que Victoria Legrand e Alex Scally editam já no final de Janeiro «Teen Dream», o terceiro álbum de originais. Com mais uma caminhada até ao outro lado da Avenida da Liberdade espreitámos a competente actuação dos The Invisible. Já ouvi uma ou outra coisinha do novo álbum deste trio que soa a TV On The Radio, mas que aposta mais num experimentalismo indie pop ambiental enraizado na sonoridade dos Sonic Youth e que conta com o precioso auxílio de Matthew Herbert. Voltamos ao Tivoli para assistir ao concerto mais festejado do festival. Os Little Joy, banda que nasceu em Lisboa e que reúne Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Frabrizio Moretti (The Strokes) e Binki Shapiro, mostraram ter uma forte legião de seguidores em solo português. A sala estava a abarrotar e o público celebrou cada tema como se tratasse do último single de sucesso que tanto nos seduziu nas últimas semanas. Confesso que o álbum é simpático e o concerto também o foi. Tanto o público como a banda estavam bastante contentes por ali estar a comemorar a música do homónimo álbum de estreia do trio que em palco é octeto. Tudo corria bem, mas eu saí de mansinho para conferir o concerto de Patrick Watson. O músico/banda
, que ainda em Março de 2008 nos ofereceu um magistral concerto na Aula Magna, estava de regresso ao nosso país para apresentar «Wooden Arms», terceiro álbum de originais que se revela menos apelativo (entenda-se pop) e mais destinado a musicar qualquer película cinematográfica rodada no deserto norte-americano. Pois é, novo concerto, novo momento para ficar registado na memória. Patrick Watson é um músico de excepção e é autor de algumas das melhores canções editadas nos últimos anos. Canções acima da média e de um nível superior a qualquer uma das bandas presentes no festival da passada semana. Facto que ficou comprovado no momento em que músico e banda subiram ao palco da sala 1 do cinema São Jorge. É pena que o recinto não tenha estado à altura dos acontecimentos. O som foi abaixo umas três ou quatro vezes, o jogo de luz foi uma vergonha (incrível como Patrick Watson esteve completamente às escuras durante «The Great Escape») e quando os músicos se aventuraram a fazer o habitual número de «Man Under The Sea», ou seja, subir à plateia para tocar e cantar com o público, não houve ninguém que se lembrasse de ligar as luzes da sala… Peripécias que não impediram Patrick Watson de oferecer mais um magnífico espectáculo, mas que acabaram por manchar o festival e nos fazem pensar se será mesmo bom promover esta tipo de iniciativas quando os recursos são escassos.
americano Beach House. Dream pop com travo melancólico que encontra nas entrelinhas da sonoridade dos conterrâneos Mazzy Star (de Hope Sandoval) o segredo do seu «aparente» sucesso. Temas simples e certeiros que cativaram uma sala muito perto de esgotar e justificou o agendar de novo concerto para Março de 2010 (dia 17 no Lux e dia 18 no Centro Cultural Vila Flor). Registe-se que Victoria Legrand e Alex Scally editam já no final de Janeiro «Teen Dream», o terceiro álbum de originais. Com mais uma caminhada até ao outro lado da Avenida da Liberdade espreitámos a competente actuação dos The Invisible. Já ouvi uma ou outra coisinha do novo álbum deste trio que soa a TV On The Radio, mas que aposta mais num experimentalismo indie pop ambiental enraizado na sonoridade dos Sonic Youth e que conta com o precioso auxílio de Matthew Herbert. Voltamos ao Tivoli para assistir ao concerto mais festejado do festival. Os Little Joy, banda que nasceu em Lisboa e que reúne Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Frabrizio Moretti (The Strokes) e Binki Shapiro, mostraram ter uma forte legião de seguidores em solo português. A sala estava a abarrotar e o público celebrou cada tema como se tratasse do último single de sucesso que tanto nos seduziu nas últimas semanas. Confesso que o álbum é simpático e o concerto também o foi. Tanto o público como a banda estavam bastante contentes por ali estar a comemorar a música do homónimo álbum de estreia do trio que em palco é octeto. Tudo corria bem, mas eu saí de mansinho para conferir o concerto de Patrick Watson. O músico/banda
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Tonight: Franz Ferdinand
Ainda há dois/três dias destacava aqui o estrondo que foi o concerto dos britânicos Muse no Pavilhão Atlântico e já cá estou de novo para relatar a não menos intensa e calorosa actuação dos Franz Ferdinand no Campo Pequeno. Há muito que aguardava por um concerto em nome próprio dos escoceses. Demasiado tempo, confesso. Desde 2004 que o meu lado mais hedonista se revê em «Franz Ferdinand». Pop & Roll de alta qualidade que apanhou a boleia do revivalismo garage punk de inícios da década 00 e lhes adicionou o magnetismo punk/new wave de finais de 70 e inícios de 80, com os Blondie e os Talking Heads a servirem de porta-estandarte. Desta forma, facilmente se previa que o espectáculo da passada terça-feira se pautaria pela festividade do momento e pela celebração melómana da banda e da maioria do público presente. Isto apesar de me ter surpreendido pela média de idade que o público aparentava ter. No entanto, sem qualquer preconceito de idade, os Franz Ferdinand subiram ao palco e deram espectáculo.
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Com um início a todo gás, ao ritmo de «No You Girls», «The Dark Of The Matinée», «Can't Stop Feeling» e «Do You Want To», a banda conquistou o público e prosseguiu a sua actuação intercalando temas do novo «Tonight: Franz Ferdinand» com êxitos de outros trabalhos que foram sempre entoados e acompanhados pela plateia. Escusado será dizer que foram os temas do debut «Franz Ferdinand» que mais incendiaram («This Fffire», «Take Me Out», «40'» e «Michael»). No entanto, e a provar que o novo álbum não envergonha os autores de «Darts Of Pleasure» (a par de «Auf Achse», as grandes ausentes da noite), canções como «Live Alone», «Twilight Omens», «Lucid Dreams», «What She Came For» e o irresistível «Ulysses» conseguiram manter os níveis do enlevo descrito e acabaram por ajudar à festa... Já no extenso encore os Franz Ferdinand recuperaram «Walk Away», para lembrar que os históricos The Beatles também são uma forte influência na sonoridade da banda, entregaram-se de alma e coração às electrónicas para mostrar que «Lucid Dreams» é a grande canção de «Tonight: Franz Ferdinand» e convidaram os LCD Soundsystem e todos os seus amigos para comemorar o momento e dançar sem que houvesse amanhã... «And if it's crowded, all the better / because we know we're gonna be up late / but if you're worried about the weather / then you picked the wrong place to stay / that's how it starts...»
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
A Night At The Rock Opera
Pela terceira vez assisti a um concerto dos Muse e pela terceira vez saí do recibo plenamente satisfeito (concertos em 2002 e 2006, na Aula Magna e Campo Pequeno respectivamente). Confesso que será tarefa difícil o trio superar o espectáculo de 2002, na Aula Magna. Na altura tudo se dispôs de forma perfeita: a banda apresentou «Origin Of Simmetry» (ainda o meu álbum favorito dos britânicos), o alinhamento revelou-se grandioso e os cerca de setenta minutos de concerto representaram uma descarga de alta tensão que deixou marcas até hoje. No passado Domingo, com «The Resistence» na bagagem, os Muse voltaram a mostrar porque são considerados uma das melhores bandas ao vivo. Primoroso jogo de luz e vídeo associado a um vistoso e estudado cenário e jorros de sons apocalípticos que jé vêm sendo marca registada dos Muse. «Uprising» e «The Resistence» abriram e aqueceram as hostilidades para «New Born», na minha opinião, o grande momento da noite. Seguiram-se outros grandes êxitos dos Muse, dos quais assinalo «Supermassive Black Hole», «Hysteria», «Feeling Good», «Starlight», «Plug In Baby» e «Time Is Running Out». Ouvimos, também, grande parte do último registo da banda e «United States Of Eurasia» (numa versão mais curta e, infelizmente, sem o excerto de «Nocturne» em mi bemol maior, Op.9 No.2 de Frédéric Chopin), «Undisclosed Desires» (o mais recente single), «MK Ultra», «Exogenesis: Symphony Pt 1 (Overture)» (a abrir o encore) e o obrigatório «Uprising» mostraram que os Muse continuam exímios construtores de canções pop rock sinfónicas capazes de pegar qualquer acérrimo seguidor dos Queen, como dos Radiohead, Queens Of The Stone Age e Nirvana. Para terminar em grande, Matthew Bellamy e companhia escolheram o estridente «Stockholm Syndrome» (e aqui pareceu-me que o som e o próprio ritmo da banda não se encontrou) e o inevitável «Knights Of Cydonia». Missão mais que cumprida, numa noite para mais tarde recordar.domingo, 29 de novembro de 2009
Girls | Hellhole Ratrace
«Album», debut do duo de San Francisco Girls, está a revelar-se uma das grandes surpresas deste final de ano. Beach Boys meet Jesus And Mary Chain, ou, se preferirem, The Pains Of Being Pure At Heart a surfar na costa Oeste dos E.U.A.. Pop solarenga e electricidade de mãos dadas que encontram em «Lust For Life» e «Hellhole Ratrace» os singles perfeitos para promover «Album». Simplesmente irresistível este «Hellhole Ratrace».
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Yeasayer | Ambling Alp
Os norte-americanos Yeasayer foram, a par dos vizinhos MGMT, uma das principais forças criativas a sair das ruas de Brooklyn nos últimos anos. «All Hour Cymbals», debut álbum de 2007, recuperava o magnetismo de uns Talking Heads para lhe adicionar fragmentos indie rock e algum psicadelismo folk. Rock experimental com um apurado sentido pop que tinha em «2080», «Wait For The Summer», «Sunrise» e, principalmente, «Wait For The Wintertime» algumas das pérolas mais bem guardadas de New York. Experimentalismo pop/indie/rock que terá sucessor já em Fevereiro de 2010, com «Odd Blood». Trabalho que tem o excelente «Ambling Alp» como single de apresentação. Portanto, a aventura Yeasayer continua...
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
EELS | Little Bird
Outro dos discos com edição marcada para Janeiro de 2010 é o oitavo trabalho dos norte-americanos EELS. Mark Oliver Everett regressa, assim, aos discos sete meses depois de «Hombre Lobo: 12 Songs Of Desire». O novo «End Times» será editado a 19 de Janeiro de 2010 e o seu primeiro vídeo é este «Little Bird».
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Eels
Depeche Mode | Fragile Tension & Hole To Feed
Os Depeche Mode, banda que no passado sábado deu um excelente concerto no Pavilhão Atlântico, prepara-se para editar um «double A-side» single para promover o recente «Sounds Of The Universe». «Fragile Tension» / «Hole To Feed» tem data de edição marcada para 7 de Dezembro. Contudo, os vídeos promocionais de ambas as canções já são conhecidos.
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Vampire Weekend | Cousins
Os norte-americanos Vampire Weekend acabam de revelar o vídeo promocional do primeiro single de «Contra», o segundo álbum da banda a ser editado em Janeiro de 2010. «Cousins» mantém a energia e a qualidade habitual dos Vampire Weekend.
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O Espectáculo Universal dos Depeche Mode
No passado sábado fui até ao Pavilhão Atlântico para assistir, pela segunda vez, ao «espectáculo universal» dos Depeche Mode. A banda, que se mostrou uma vez mais em excelente forma, subiu ao palco para promover «Sounds Of The Universe» (2009), o décimo segundo álbum de originais. Porém, e apesar dos quatro excelentes temas de «Sounds Of The Universe» apresentados («In Chains», «Wrong», «Hole To Feed» e «Miles Away/The Truth Is»), foram os sucessos do costume que mais brilharam. Esclareça-se que canções como «Walking In My Shoes», «Policy Of Truth», «I Feel You», «Never Let Me Down», «Enjoy The Silence», «Question Of Time», «Behind The Wheel», «In Your Room», «World In My Eyes», «Personal Jesus», ou mesmo, «It’s No Good», «Stripped» e «Precious» dispensam quaisquer apresentações e fazem as delicias de qualquer melómano anónimo nascido no século XX. É inevitável! Já tinha sido assim em 2006, altura em que os Depeche Mode passaram pela mesma sala lisboeta para apresentar «Playing The Angel» (2005), e será assim em qualquer espectáculo dos Depeche Mode. Também é certo que nos últimos anos a produção de sucessos tem sido mais comedida, mas não há um álbum dos Depeche Mode que não tenha uma grande canção (o recente «Sounds Of The Universe» não é excepção, destacando-se «Wrong», «Fragile Tension» e «Peace»)..
É por isso que os Depeche Mode são, ainda hoje, uma das melhores bandas pop da actualidade e que, em cada concerto, haverá sempre sucessos esquecidos e outros a fazer as delícias dos presentes. Foi o que aconteceu no passado sábado. Temas como «Strangelove», «Suffer Well», «Everything Counts», «Freelove», «Barrel Of A Gun», «Condemnation», «Dream On», «Lilian», «Useless» e muitos outros ficaram de fora. De certeza que houve fãs que trocariam alguns dos temas apresentados por outros. Eu próprio era capaz de o fazer, mas como seria de esperar o espectáculo viveu dos sucessos apresentados e aposto que ninguém saiu descontente. No meu caso bastaria ouvir «Walking In My Shoes» para sair do Pavilhão Atlântico satisfeito. Mas apenso a «Walking In My Shoes» estiverem três outros hits de «Songs Of Faith And Devotion», quatro de «Violator», dois de «Music For The Masses», três de «Ultra», um de «Playing The Angel» e três de «Black Celebration». Sucessos de outros tempos, que continuam a fazer sentido e a entusiasmar um Pavilhão Atlântico a abarrotar. Excelente concerto de uma banda de excepção.
É por isso que os Depeche Mode são, ainda hoje, uma das melhores bandas pop da actualidade e que, em cada concerto, haverá sempre sucessos esquecidos e outros a fazer as delícias dos presentes. Foi o que aconteceu no passado sábado. Temas como «Strangelove», «Suffer Well», «Everything Counts», «Freelove», «Barrel Of A Gun», «Condemnation», «Dream On», «Lilian», «Useless» e muitos outros ficaram de fora. De certeza que houve fãs que trocariam alguns dos temas apresentados por outros. Eu próprio era capaz de o fazer, mas como seria de esperar o espectáculo viveu dos sucessos apresentados e aposto que ninguém saiu descontente. No meu caso bastaria ouvir «Walking In My Shoes» para sair do Pavilhão Atlântico satisfeito. Mas apenso a «Walking In My Shoes» estiverem três outros hits de «Songs Of Faith And Devotion», quatro de «Violator», dois de «Music For The Masses», três de «Ultra», um de «Playing The Angel» e três de «Black Celebration». Sucessos de outros tempos, que continuam a fazer sentido e a entusiasmar um Pavilhão Atlântico a abarrotar. Excelente concerto de uma banda de excepção.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Animal Collective | In The Flowers
Os Animal Collective estão de regresso aos vídeos e irão, ainda em 2009, editar um novo EP. O vídeo, realizado por Abby Portner, é para «In The Flowers», o tema de abertura do último álbum, «Merriweather Post Pavilion». Quanto ao EP, que se irá intitular «Fall Be Kind», será editado no dia 14 de Dezembro e incluirá cinco novos temas.
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Patrick Wolf | Damaris
Patrick Wolf está de regresso aos vídeos e «Damaris» é o tema escolhido para terceiro single de «The Bachelor», o quarto álbum de originais do britânico. Depois do excêntrico «Vulture» e do electrizante «Hard Times», surge agora uma canção com um estilo mais épico e mais ajustada ao que Wolf nos habituou. Excelente tema que promove mais um distinto trabalho de Patrick Wolf. A realização do vídeo ficou a cargo do próprio Patrick Wolf.
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