O duo canadiano Crystal Castles, constituído por Alice Glass e Ethan Kath, está de regresso aos vídeos. «Baptism» é já o segundo tema a ser extraído do segundo álbum homónimo da banda.domingo, 10 de outubro de 2010
Crystal Castles | Baptism
O duo canadiano Crystal Castles, constituído por Alice Glass e Ethan Kath, está de regresso aos vídeos. «Baptism» é já o segundo tema a ser extraído do segundo álbum homónimo da banda.
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Foals | Blue Blood
Ainda há poucos dias aqui mostrei o recente vídeo dos Foals para a excelente canção «2 Trees» e já a banda britânica está de regresso com novo vídeo. Desta feita o tema escolhido foi «Blue Blood», o quarto single a ser extraído de «Total Life Forever».
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
360º @ Coimbra
Se vos dissesse que era um fã incondicional dos U2, estaria a mentir. O meu entusiasmo pela música da banda irlandesa coincidiu com os anos 90 e o meu período teen. Foi com a edição de «Achtung Baby» (1991) que fui buscar o passado e sonhei o futuro dos U2. No entanto, o sonho perdeu-se perto do novo milénio. «All That You Can’t Leave Behind» (2000) quebrou o encanto e, desde então, a minha relação com a música de Bono Vox, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. vive em crise. O que me levou a Coimbra no passado dia 2 de Outubro? A vontade de evocar aquele sonho de adolescente, comemorar o mito e incluir o nome U2 no meu CV de concertos. De facto, e analisando as digressões dos irlandeses, este era mais um espectáculo a não perder («a must see»). Um grandioso concerto que, revelando-se à medida do mito U2, encontra na música da banda o combustível perfeito para incentivar estádios inteiros. Foi o que aconteceu no passado sábado, no esgotadíssimo estádio municipal de Coimbra, ou seja, os U2 subiam ao palco já vencedores para mais uma noite de espectáculo e comemoração. A introdução foi feita por David Bowie e a sua «Space Oddity». Holofotes ligados e bem direccionados para marcar a entrada em acção dos quatro protagonistas do serão conimbricense. Bono, com pose de popstar, enfeitiça o público e The Edge abre o livro na jam de abertura «Return Of The Stringray Guitar». Porém, o tema que marca verdadeiramente o início do concerto é «Beautiful Day», para a generalidade do público, e «I Will Follow» para mim. Seguem-se «Get On Your Boots», «Magnificent» (singles do mais recente trabalho «No Line On The Horizon») e «Mysterious Ways». Reentro, assim, no meu sonho U2 e rendo-me ao profissionalismo da banda e irrepreensível espectáculo da digressão 360º. Os sucessos sucedem-se («Elevation», «Until The End Of The World», «I Still Haven’t Found What I’m Looking For»), ouvimos duas canções novas (a minimal «North Star» e o provável single de sucesso «Mercy»). Passamos por «In A Little While» (Para quê???) e «Miss Sarajevo» (Oh Yeah!!!), com Bono a mostrar que tem ido às aulas de canto. Seguiram-se «City Of Blinding Lights» (escusada, pois já nos tinham oferecido «Magnificent»), «Vertigo» (idem, uma vez que «Elevation» deu para os gastos) e, revelando-se num dos momentos da noite, a versão funky jam live session de «I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight». A terminar, ouviram-se os clássicos «Sunday Bloody Sunday», «MLK» e «Walk On» (este último dedicado a Aung San Suu Kyi, a Nobel da Paz birmanesa que continua em prisão domiciliária). A banda despede-se para logo depois subir novamente ao palco com os obrigatórios «One» e «Where The Streets Have No Name». Novo encore e mais três canções inevitáveis: extraordinária a interpretação de «Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me» (a par de «Miss Sarajevo» e «Mysterious Ways», esta era outra das canções que mais desejava ouvir) e as deliciosas «With Or Without You» e «Moment Of Surrender». Os U2 confessaram-se rendidos ao público português e nós retribuímos na mesma moeda. Por isso, que venha mais um álbum e, principalmente, mais uma digressão pomposa que eu terei todo o gosto de marcar presença.Quanto aos Interpol, foi pena a banda não ter usufruído das condições de som que os U2 apresentaram. Ainda assim, e com um alinhamento constituído por «Success», «Say Hello To The Angels», «Slow Hands», «Lights», «Summer Well», «PDA», «Obstacle 1», «Barricade», «Heinrich Maneuver» e «Evil» a prestação dos norte-americanos não deixou ninguém indiferente. Mas terão angariado novos fãs? Não me parece…
domingo, 26 de setembro de 2010
Foals | 2 Trees
«Total Life Forever», o segundo álbum dos britânicos Foals, continua a oferecer-nos excelentes singles, os quais são sempre acompanhados por belíssimos vídeos. «2 Trees» é a mais recente aposta da banda de Oxford, sucedendo a «Spanish Sahara», «This Orient» e «Miami».
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sábado, 25 de setembro de 2010
Domingo em festa
A noite estava há muito reservada para a minha estreia em concertos do talentoso Mark Oliver Everett, a.k.a. Mr. E, com o seu projecto de longa data EELS. Contudo, uma simples mensagem de telemóvel levou-me até ao, então desconhecido, Clube Ferroviário para outra estreia absoluta: B Fachada. Apesar de ainda não ter explorado «Há Festa na Moradia», o mais recente disco de B Fachada, a minha adoração pela obra deste ‘cantautor’, que trocou uma carreira na física pelos palcos, tratou de quase tudo o resto. É certo que o local não podia ser mais apropriado para um concerto íntimo e estival, como se desejaria. Uma esplanada com o Tejo no horizonte e um Bar que, entre outras coisas, me brindou com o saudoso granizado de Açaí, o qual fez maravilhas, em Fevereiro passado, na cidade do Rio de Janeiro. Encontrei amigos de longa data e de outros ‘espectáculos’ para uma verdadeira festa no concorrido terraço do Clube Ferroviário. B Fachada apresentou alguns temas novos, passou pelo mais recente trabalho, pelo importante «Um Fim-de-semana no Pónei Dourado» e, como não podia deixar de ser, recuperou algumas das canções mais aplaudidas do álbum homónimo de 2009. Confesso que me bastaria ouvir «Tempo Para Cantar» e/ou «O Desamor» para enaltecer, uma vez mais, o trabalho de B Fachada. Ambas as canções passaram pelo palco, tal como «A Velha Europa», «Etelvina» (numa versão personalizada do original de Sérgio Godinho) e o já emblemático «Zé». Tudo parecia perfeito! Todavia, para quem ficou mais afastado do palco, como eu, acabou por não entrar verdadeiramente naquela festa de final de tarde. Faltou só um bocadinho mais de som para aprimorar aquela passagem pela Rua de Santa Apolónia..
Primor era a nova que, entretanto, vinha do Estádio da Luz. Cardozo fazia as pazes com os adeptos benfiquistas e tudo parecia encaminhado para uma noite em beleza. Ora então, se a apresentação de B Fachada pecou pelo fraco som, a dos EELS ofereceu decibéis a rodos e capazes de ferir os ouvidos de qualquer um dos presentes. Dado que chegou a provocar algumas desistências. Quanto a mim, desde a já longínqua descoberta de «Beautiful Freak» (1996) que desejava ver estes EELS ao vivo e nem o facto dos últimos registos estarem um pouco aquém de outros momentos do projecto me fez abdicar deste espectáculo. O certo é que bastaria a Mr. E subir ao palco para que a noite fosse plena de entusiasmo e satisfação. Isto porque Mr. E conquistou-me há muito com o já citado «Beautiful Freak» (1996) e «Electro-Shock Blues» (1998). Todavia, quem se deslocou ao Coliseu para ver e ouvir a pop melancólica de «Novocaine For The Soul» e «Electro-Shock Blues», o suave perfume folk de «Climbing To The Moon» e «Guest List», o “sarcasmo” naïve de «Your Lucky Day In Hell» e «My Beloved Monster», o rock alternativo de «Cancer For The Cure» e «Not Ready Yet», a pop em tons de brincadeira de «I Like Birds» e «Last Stop: This Town», ou o grunge de «Mental» e «Rags To Rags» foi ao engano. Ao vivo. os EELS são uma banda rock & blues de barba rija e, em cima do palco, nem os temas mais ordeiros, alguns dos quais já identificados, se livram da roupagem rock sulista. Não é, de todo, a minha versão preferida dos EELS, a que assisti no passado domingo, mas a noite era de celebração. É certo que Mark Oliver Everett não se mostrou muito comunicativo e o Coliseu esteve a meio gás, mas foi uma excelente noite rock & roll por onde passaram grandes canções dos EELS e versões de «She Said Yeah» (Rolling Stones), «Summer In The City» (The Lovin’ Spoonful) e «Summertime» (George Gershw
in). Por fim, e apesar do merchandise já não ser muito (o espectáculo do passado domingo encerrava a digressão de apoio ao mais recente trabalho «Tomorrow Morning»), consegui adquirir o CD + DVD «EELS Live And In Person! - London 2006» (2008), artigo exclusivo para venda nos concertos dos EELS.
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Para terminar deixo em airplay «Baby Loves Me», o mais recente vídeo dos EELS.
Primor era a nova que, entretanto, vinha do Estádio da Luz. Cardozo fazia as pazes com os adeptos benfiquistas e tudo parecia encaminhado para uma noite em beleza. Ora então, se a apresentação de B Fachada pecou pelo fraco som, a dos EELS ofereceu decibéis a rodos e capazes de ferir os ouvidos de qualquer um dos presentes. Dado que chegou a provocar algumas desistências. Quanto a mim, desde a já longínqua descoberta de «Beautiful Freak» (1996) que desejava ver estes EELS ao vivo e nem o facto dos últimos registos estarem um pouco aquém de outros momentos do projecto me fez abdicar deste espectáculo. O certo é que bastaria a Mr. E subir ao palco para que a noite fosse plena de entusiasmo e satisfação. Isto porque Mr. E conquistou-me há muito com o já citado «Beautiful Freak» (1996) e «Electro-Shock Blues» (1998). Todavia, quem se deslocou ao Coliseu para ver e ouvir a pop melancólica de «Novocaine For The Soul» e «Electro-Shock Blues», o suave perfume folk de «Climbing To The Moon» e «Guest List», o “sarcasmo” naïve de «Your Lucky Day In Hell» e «My Beloved Monster», o rock alternativo de «Cancer For The Cure» e «Not Ready Yet», a pop em tons de brincadeira de «I Like Birds» e «Last Stop: This Town», ou o grunge de «Mental» e «Rags To Rags» foi ao engano. Ao vivo. os EELS são uma banda rock & blues de barba rija e, em cima do palco, nem os temas mais ordeiros, alguns dos quais já identificados, se livram da roupagem rock sulista. Não é, de todo, a minha versão preferida dos EELS, a que assisti no passado domingo, mas a noite era de celebração. É certo que Mark Oliver Everett não se mostrou muito comunicativo e o Coliseu esteve a meio gás, mas foi uma excelente noite rock & roll por onde passaram grandes canções dos EELS e versões de «She Said Yeah» (Rolling Stones), «Summer In The City» (The Lovin’ Spoonful) e «Summertime» (George Gershw
in). Por fim, e apesar do merchandise já não ser muito (o espectáculo do passado domingo encerrava a digressão de apoio ao mais recente trabalho «Tomorrow Morning»), consegui adquirir o CD + DVD «EELS Live And In Person! - London 2006» (2008), artigo exclusivo para venda nos concertos dos EELS..
Para terminar deixo em airplay «Baby Loves Me», o mais recente vídeo dos EELS.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Animal Collective | Bluish
Mais um vídeo a ser extraído do brilhante «Merriweather Post Pavilion», o elogiado álbum de 2009 dos norte-americanos Animal Collective. A escolha recaiu sobre «Bluish», uma das minhas canções favoritas de 2009. O vídeo é realizado por Jason Oliver Goodman.
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domingo, 19 de setembro de 2010
Delorean | Real Love
O verão está prestes a terminar, mas «Subiza», o mais recente trabalho do quarteto espanhol Delorean, continua fresco como uma alface. «Real Love» é o primeiro vídeo oficial do álbum e é realizado pelos Focus Creeps (Aaron Brown e Ben Chappell).
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Blonde Redhead | Not Getting There
Os Blonde Redhead estão de regresso aos álbuns e aos vídeos. «Not Getting There» é o excelente primeiro single a ser extraído de «Penny Sparkle», o mais recente trabalho da banda.
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
The Ting Tings | Hands
«Hands» é o novo single e o primeiro avanço de «Kunst», o segundo álbum da dupla britânica The Ting Tings. Excelente canção pop que, ultimamente, tem animado os meus dias de trabalho, abrindo o apetite para o sucessor de «We Started Nothing» (2008).
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Fanfarlux
Impulsos de última hora levaram-me até ao Lux Frágil para assistir à estreia dos Fanfarlo em palcos lisboetas. A banda de «Reservoir» (2009) mostrou-se agradada por estar em Lisboa e extremamente satisfeita por verificar que a longa digressão do debut álbum está prestes a terminar. Um ano de estrada que muito tem alimentado e animado o youtube e demais vias. Para os habituais seguidores deste meu devaneio blogger, estarão certamente recordados de que «Reservoir» foi uma pequena lembrança da minha última passagem por Genève. Na altura, assegurei que a sonoridade destes Fanfarlo era bastante familiar, devido às nítidas aproximações aos Arcade Fire, Beirut, Okkervile River, Neutral Milk Hotel e, aqui e ali, Bruce Springsteen, e deixei no ar a minha intenção de ver a banda ao vivo. Ora bem, tal como sucede em disco, as músicas dos Fanfarlo no formato live não surpreendem por aí além, mas também não desiludem. Canções pop com alma indie que cumpriram os requisitos e animaram uma plateia que se apresentou demasiado distante. Pelo palco da restrita cave do Lux Frágil passaram os excelentes temas que compõem «Reservoir», como são exemplo «These Walls Are Coming Down», «Fire Escape», «Harold T. Wilkins, Or How To Wait A Very Long Time», «Drowning Men», «I’m A Pilot», «Luna», «Ghosts» e uma canção nova que revelou a vontade da banda em expandir os seus horizontes e percorrer os saudosas caminhos dream pop de uns This Mortal Coil, Dead Can Dance e Cocteau Twins. Concerto morno, é verdade, mas que resultou numa simpática noite de terça-feira, a qual já nos tinha presenteado nova desilusão futebolística….
Kings Of Leon | Radioactive
«Come Around The Sundown», o quinto álbum dos norte-americanos Kings Of Leon, é editado já no próximo dia 15 de Outubro e «Radioactive» é o seu single de apresentação. Canção que contraria um pouco as previsões da banda, as quais anunciavam um trabalho mais negro e bastante mais «grungier». No entanto, o facto é que a música dos Kings Of Leon continua a convencer-me.
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And the Mercury Prize goes to...
Os The xx são os grandes vencedores da edição 2010 do Mercury Prize. O debut álbum «xx» ganhou, assim, a corrida a discos como «Two Dancers» dos Wild Beasts, «Total Life Forever» dos Foals, «I Speak Because I Can» de Laura Marling e «Becoming a Jackal» do projecto Villagers.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Deerhunter | Helicopter
Bradford Cox, a.k.a. Atlas Sound, está de regresso aos discos com a sua banda de sempre, os mui apreciados Deerhunter. «Halcyon Digest» é já o quarto trabalho destes norte-americanos e «Helicopter» o seu excelente single de apresentação. O álbum chega às lojas a 28 de Setembro.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
The Drums | Down By The Water
«Down By The Water» é uma das minhas canções favoritas de 2009. Editada originalmente no debut EP «Summertime!» e repescada para o homónimo LP dos The Drums, «Down By The Water» é um exemplo perfeito da velha máxima «less is more». Composição despojada, sem grandes artifícios, que assenta numa forte melodia e em vocalizações a recordar oclássicos dos anos 50 e 60. O resultado é deliciosamente pop.
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The Drums
sábado, 28 de agosto de 2010
Interpol | Barricade
«Barricade» é já o segundo vídeo a ser extraído do novo álbum dos norte-americanos Interpol. Apesar de ter ficado um pouco desiludido com o quarto trabalho da banda, esta é mais uma excelente canção do agora trio de Nova Iorque. O vídeo é realizado por Moh Azima.
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