
Sábado, 28 de Janeiro de 2012
Mark Lanegan Band | The Gravedigger's Song

Domingo, 1 de Janeiro de 2012
2011 num 'post'
1 - Destroyer - «Kaputt»Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
Panda Bear | You Can Count On Me

Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
LCD Soundsystem | Live Alone

Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
James Blake | A Case Of You

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
Lana Del Rey | Born To Die

Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011
O Cais também mexe

Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
Shabazz Palaces' Musicbox

Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
Fleet Foxes | The Shrine / An Argument

Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
The Rapture | Sail Away

Feist | How Come You Never Go There

Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
O palíndromo e subversões electro-kraut-rock

Se acham que a passada sexta-feira ficou marcada única e exclusivamente pelo facto de termos vivido o palíndromo do século XXI, informo que estão muito enganados. Aliás, nem me atrevo a comparar o “meu” fenómeno das 11 horas, 11 minutos e 11 segundo, do dia 11, do mês 11, do ano 2011, com o concerto, nessa mesma noite e no Musicbox, dos britânicos Fujiya & Miyagi. O espectáculo da banda de Brighton, inserida na segunda sessão da série Musicbox Heineken Series, servia para apresentar o mais recente registo «Ventriloquizzing» e animar o público que esgotou a sala do espectáculo. Não conheço a carreira destes Fujiya & Miyagi. Porém, a curiosidade de ver como resultam os singles conhecidos em cima de um palco levaram-me até à festa de sexta-feira à noite do Musicbox. A música da banda é adubada e extremamente apelativa. Uma mistura da combustão Chk Chk Chk, com a cadência apurada de uns Hot Chip e a idiossincrasia Neu!. Ritmos subversivos que incendiaram a plateia e que me incitaram a pesquisar a restante obra dos Fujiya & Miyagi. O Trio, que em palco apresenta um quarto elemento na bateria, conseguiu inflamar o ambiente com o seu electro-kraut-rock vintage, mas de tempero contemporâneo, e o público meneou o corpo enquanto o concerto durou. Pediu-se mais, mas os Fujiya & Miyagi ficaram pelo primeiro encore e, a minha opinião, ficaram muito bem.
Domingo, 13 de Novembro de 2011
Mais vale só que mal acompanhado

Sábado, 12 de Novembro de 2011
Tom Waits | Satisfied

Sábado, 5 de Novembro de 2011
Aquele inverno

Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
R.E.M. | We All Go Back To Where We Belong

Terça-feira, 1 de Novembro de 2011
Viagens à tasca


Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011
Viagens à tasca


Terça-feira, 18 de Outubro de 2011
M83 | Midnight City
Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011
Viagens à tasca


PAUS | Deixa-me Ser

The Walkabouts | The Dustlands

Domingo, 9 de Outubro de 2011
Viagens à tasca
Posso afirmar que a minha relação com a dream pop de tempero shoegaze dos suecos The Radio Dept. amadureceu com «Clinging To A Scheme» (2010). Situação que, não só, me obrigou a recuperar «Lesser Matters» (2003) e «Pet Grief» (2006), mas, também, a visitar a magnética selva Amazon para comprar «Passive Aggressive | Singles 2002-2010». Formados em Lund, corria o ano de 1995, os The Radio Dept. contam com três álbuns de originais e um braçado de pequenas maravilhas pop em formato canção. Alguns desses momentos foram editados através do single e do EP, mas, verdade seja dita, nunca alcançaram a atenção devida. Volvidos oito anos após o primeiro registo discográfico, a banda decide lançar «Passive Aggressive». Trabalho que, num primeiro disco, reúne os singles editados entre 2002 e 2010 e disponibiliza, também, num apetitoso segundo disco, alguns dos seus lados-b. Neste particular, tratando-se de uma colecção de sobras, as quais não encaixaram nos álbuns, noto que esta poderá ser a cereja em cima do bolo para os habituais seguidores dos The Radio Dept.. No entanto, apesar da rodela «B-Sides» nos revelar alguns exercícios incompletos («Tåget» e «Slottet» são dois exemplos), o facto é que a música não deixa de seduzir. Ouçam-se «Mad About The Boy», tema que parece produzido por Pantha Du Prince, a etérea «You And Me Then?», a atitude punk de «Liebling» ou, mesmo, «Messy Enogh», canção com alma The Cure, mas cara The Radio Dept.. O resultado final é bastante positivo, mas, ainda assim, não posso deixar de apontar a falta de «Falafel», «Deliverance», «Let Me Have This» e, principalmente, «I Don’t Like It Like This». Quanto a «A-Sides», a outra metade de «Passive Aggressive», é um autêntico desfile pop com algumas da melhores canções da última década. Exemplos? «Why Won’t You Talk About It?», «The Worst Taste In Music», «Freddie And The Trojan Horse», «Pulling Our Weight» (esta, nem a “Marie Sofia Coppola Antoinette” escapou), «David», «Where Damage Isn't Already Done» ou «Heaven’s On Fire». A fechar somos, ainda, brindados com a corrosiva e exclusiva para esta colectânea «The New Improved Hypocrisy».
Agora, Patti Smith e «Outside Society». Mais uma colectânea de singles e a primeira do género na carreira da norte-americana. Isto porque «Land (1975-2002)», o notável primeiro disco retrospectivo de Patti Smith, juntava a alguns singles, lados-b, demos, covers e outras composições que marcaram os dezassete anos pós «Horses» (1975). É precisamente com «Horses» e o seu portentoso single «Gloria», tema construído a partir da música, com o mesmo nome, de Van Morrison e as palavras de Patti Smith, que «Outside Society» se apresenta. Não sendo o maior hit de Patti Smith, esse epíteto fica para «Because The Night», a canção escrita a meias com Bruce Springsteen, «Gloria» é a declaração que fez nascer o culto em torno da artista, dando, também, os primeiros passos para o surgimento do movimento punk, em Nova Iorque. Os versos “Jesus died for somebody’s sins / But not mine” são, ainda hoje, identificados como porta-estandarte do movimento mais anarquista da música pop. Palavras que, agora, ressoam de forma diferente. Isto porque «Just Kids», a impressionante obra que consagrou Patti Smith com o National Book Award, na categoria non-fiction, está ainda muito fresca. Na verdade, este «Outside Society» quase parece uma tentativa de prolongar o sucesso alcançado e, com isso, arrecadar mais royalties para editora e artista. Que fazer quanto a isso? Vivemos num mundo capitalista, certo? Julgo que não me compete criticar quem aproveita da melhor forma o momento e as oportunidades que vão surgindo. Por isso, «Outside Society» soube que nem ginjas e se até «Just Kids» bastava desfrutar «Land (1975-2002)» e «Twelve», disco composto por covers, agora sinto a imensa necessidade de explorar ao pormenor cada disco e cada canção da extraordinária carreira de uma das personalidades mais fortes da música norte-americana.Sábado, 8 de Outubro de 2011
Junior Boys | Banana Ripple
«It's All True», o quarto álbum dos canadianos Junior Boys, ainda não me convenceu inteiramente. O duo synth-pop volta a apresentar excelentes canções, mas a pop requintada de «So This Is Goodbye» (2006) e «Begone Dull Care» (2009) perde alguma da sua exuberância nesta nova entrega. No entanto, «Banana Ripple», o novo single, é delicioso.Domingo, 2 de Outubro de 2011
dEUS | Constant Now
«Keep You Close» é o mais recente trabalho dos belgas dEUS e «Constant Now» é o seu primeiro single. Canção que não surpreende, mas mostra o carácter indie e as texturas habituais dos dEUS.