«Forgiveness Rock Record», o último trabalho dos canadianos Broken Social Scene, já é de 2010, mas «Sweetest Kill», o tema do mais recente vídeo da banda, não perdeu o brilho. Sensualidade q.b. e bonança de uma das minhas bandas favoritas. O vídeo é realizado por Claire Edmondson e conta com a participação de Bijou Phillips.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Broken Social Scene | Texico Bitches

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Broken Social Scene
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Indian Summer II

Se a festa instituída no MusicBox pelos britânicos We Have Band mereceu a minha surpresa, admiração e suor (que bem que aquele concerto me fez), a prestação dos Broken Social Scene ficou marcada pelo suor e mestria da banda de Toronto. Estreia absoluta em palcos lisboetas do colectivo fundado por Kevin Drew e Brendan Canning que, sem qualquer encore (a banda não acredita nisso), tocou até não poder mais. Mais de 120 minutos de celebração indie comandada por Kevin Drew, um excelente performer e exímio arquitecto de canções indie-rock, e acompanhada por um extraordinário colectivo de músicos, os quais vão trocando de posições, papeis e protagonismo. Se a noite era de pesadelo futebolístico, a verdade é que os Broken Social Scene animaram o mais infeliz dos adeptos benfiquistas que, felizmente, havia trocado um domingo desportivo por um serão melómano e deveras entusiástico. Um verdadeiro espectáculo dos Broken Social Scene que passou por todos os grandes momentos da sua admirável discografia e deu nova vida a «Forgiveness Rock Record» (2010). Se o meu respeito pelo universo Broken Social Scene estava garantido, depois do concerto na Aula Magna ficou intocável.
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sábado, 7 de agosto de 2010
Broken Social Scene | Forced To Love

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Broken Social Scene
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Viagens à tasca
Caros, antes de mais peço desculpa pelo hiato de 3/4 semanas sem qualquer post, mas quer a Sardenha quer a Suiça chamaram por mim…
Assim, e com toda a azafama motivada pelo início das férias, ou melhor, pelo início da interrupção no trabalho, ficaram valentes bebedeiras (de caixão à cova, como é apanágio na gíria «tasqueira») por relatar.
Há cerca de 3 semanas a vida não corria como esperado, por isso eu confesso: “andava deprimido”! O trabalho era a cada dia que passava mais desgastante, a vida revelava-se amarga, as pessoas desiludiam-nos, etc., etc., etc. Vai daí decide-se afogar todas as mágoas num autêntico «rally às tascas».
Dado o estabelecimento habitual não nos satisfazer a 100%, há que encontrar alternativas. Apesar da oferta escassa (comparativamente a outros mercados) ainda existem algumas opções «úteis». As escolhas (relativamente às mencionadas alternativas) passaram pela já histórica Carbono e pelo El Corte Inglês.
Enquanto na Carbono há a possibilidade de adquirir artigos recentes e menos novos, relevantes e mais dispensáveis, prontos a estrear e em segunda-mão, mas sempre com um selo de qualidade (achamos nós…); no El Corte Inglês a oferta é extremamente variada, com qualidade mas por vezes «inaudita» nos preços.
Comecemos pela Carbono. Os artigos novos passaram pelo EP dos Sigur Rós «Hoppípolla»; os menos novos pelo álbum de 2003 dos canadianos Broken Social Scene, intitulado «You Forgot It In People»; e os artigos mais antigos, mas menos dispensáveis, passaram pela edição especial e limitada de «Definitely Maybe» dos ofuscados (mas não mortos) Oasis.
Enquanto as tão aguardadas novidades discográficas dos islandeses Sigur Rós não nos chegam aos ouvidos, as variadíssimas edições de singles e/ou EP’s revelam-se preciosas (ora pela sua vertente sonora, ora pela sua parte exterior/visual) para aguçar o voraz apetite nórdico. «Hoppípolla» é composto por 3 peças, o tema título e segundo single extraído de «Takk…» e 2 b-sides; e vem empacotado numa cuidada slimcase. O tema que dá nome ao «disquinho» é a terceira peça de «Takk…» e tem como (excelente) vídeo promocional as rebeldias de alguns «adolescentes de terceira idade». Como b-sides encontramos «Með Blóðnasir» que prossegue com o espírito de caixinha de música que é «Hoppípolla» e «Hafsól», a gravação de estúdio da versão tocada ao vivo de «Hafssol» (tema originalmente incluído no álbum de estreia «Von», mas que ao vivo ganha uma roupagem diferente e é reconhecido como a canção em que o baixista Georg “Goggi” Hólm nos impressiona com o ritmo sibilino produzido com o toque de uma baqueta nas cordas da sua guitarra baixo). Indispensável só para os fãs mais acérrimos deste colectivo islandês, «Hoppípolla» acaba por ser mais uma peça de colecção na discografia dos já obrigatórios Sigur Rós.
.Assim, e com toda a azafama motivada pelo início das férias, ou melhor, pelo início da interrupção no trabalho, ficaram valentes bebedeiras (de caixão à cova, como é apanágio na gíria «tasqueira») por relatar.
Há cerca de 3 semanas a vida não corria como esperado, por isso eu confesso: “andava deprimido”! O trabalho era a cada dia que passava mais desgastante, a vida revelava-se amarga, as pessoas desiludiam-nos, etc., etc., etc. Vai daí decide-se afogar todas as mágoas num autêntico «rally às tascas».
Dado o estabelecimento habitual não nos satisfazer a 100%, há que encontrar alternativas. Apesar da oferta escassa (comparativamente a outros mercados) ainda existem algumas opções «úteis». As escolhas (relativamente às mencionadas alternativas) passaram pela já histórica Carbono e pelo El Corte Inglês.
Enquanto na Carbono há a possibilidade de adquirir artigos recentes e menos novos, relevantes e mais dispensáveis, prontos a estrear e em segunda-mão, mas sempre com um selo de qualidade (achamos nós…); no El Corte Inglês a oferta é extremamente variada, com qualidade mas por vezes «inaudita» nos preços.
Comecemos pela Carbono. Os artigos novos passaram pelo EP dos Sigur Rós «Hoppípolla»; os menos novos pelo álbum de 2003 dos canadianos Broken Social Scene, intitulado «You Forgot It In People»; e os artigos mais antigos, mas menos dispensáveis, passaram pela edição especial e limitada de «Definitely Maybe» dos ofuscados (mas não mortos) Oasis.



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