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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Madonna | The Re-Invention Tour (2004)

O Diário Digital dá conta de algumas imagens inéditas dos concertos de Madonna no Pavilhão Atlântico, em Setembro de 2004, que chegaram ao YouTube. Os vídeos terão sido editados a pensar no DVD «I'm Going To Tell You A Secret», mas só agora viram a luz do dia. Recordemos, então, alguns dos momentos que marcaram os espectáculos de Madonna em 2004.







terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Lavender Diamond | Like A Prayer

Há pouco mais de dois anos, os norte-americanos Lavender Diamond gravaram uma naïve childlike cover do clássico pop de Madonna «Like A Prayer». A canção foi incluída no álbum tributo à rainha da pop «Through The Wilderness». Disco que tinha a particularidade de ser mais uma iniciativa de caridade a favor da Raising Malawi, revertendo 25% das suas receitas a favor da Organização Não-Governamental fundada em 2006 por Madonna e Michael Berg. No alinhamento final, e além dos Lavender Diamond, surgem nomes como Jeremy Jay, Ariel Pink, Giant Drag, The Tyde, The Winter Flowers, entre muitos outros. No entanto, é o recente vídeo de «Like A Prayer», editado dois anos após a edição do álbum e realizado por Peter Glantz, que me traz aqui. Imagens, igualmente, naïve childlike que convocam o universo dum canal Panda, fugindo ao formato MTV actual.

sábado, 20 de setembro de 2008

Madonna Redux

Nos dias que correm é cada vez mais difícil ver Madonna ao vivo. Confesso que há cerca de cinco anos julgava mesmo impossível ver a rainha da pop num qualquer palco nacional. Em 2004 deu-se a estreia (em grande, diga-se de passagem). Duas noites esgotadíssimas que decorreram num Pavilhão Atlântico, pequeno para a ocasião, mas à altura dos acontecimentos. Dois espectáculos memoráveis que reforçaram a imagem de Madonna e não desiludiram os presentes. Quatro anos depois dá-se o regresso de Madonna ao nosso país. O local escolhido para o concerto foi o parque da Bela Vista. Setenta e cinco mil almas acorreram ao chamamento, mas o sentimento final ficou aquém do que se viveu em 2004. É certo que a primeira vez é sempre a mais marcante, mas depois de quase duas horas de espectáculo, à distância, ficou a ideia de que a noite poderia e deveria ter sido melhor.
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Um autêntico mar de gente inundou por completo o vale Rock in Rio e as intermináveis filas para entrar e sair do recinto revelaram uma enorme falta de organização e de estruturação do concerto de 2008 mais mediático em Portugal. Desta forma, julgo que a pergunta que se deverá colocar depois do espectáculo do passado dia 14 de Setembro não é se estivemos presentes, mas sim, se tivemos a oportunidade de ver mais do que cinco centímetros de Madonna. Dado ter sido a primeira vez que coloquei os pés no Parque da Bela Vista, devo confessar que se trata de um anfiteatro «natural» agradável. Porém, não fossem os postes de alta tensão, os muitos arvoredos que teimaram em ocultar a vista de muitos e, principalmente, a tenda de som colocada num ponto estratégico, teria sido um concerto diferente. Continuaria a ver somente os cinco centímetros da rainha da pop, mas já seria possível vislumbrar o palco em toda a sua plenitude e não seria necessário estar constantemente a olhar para os «flutuantes» ecrãs gigantes.
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Quanto ao espectáculo da Sticky & Sweet Tour, facilmente se viu que está uns pontos abaixo das apresentações da Re-Invention Tour, de 2004. Perderam-se alguns elementos cénicos para se apostar mais no audiovisual. Os enormes ecrãs que integram a digressão são o motor de todo o espectáculo. Os vídeos apresentam convidados especiais (Kanye West, Britney Spears, Justin Timberlake e Pharrell Williams), desempenham excelentes pausas entre as quatro partes do espectáculo e chegam a enviar uma mensagem política e de esperança em Barack Obama. E Madonna? Aos cinquenta anos mostrou que mantém a vitalidade e o fulgor que a notabilizaram e que consegue arrastar para os seus concertos pessoas de todas as idades. Quer queiramos quer não, Madonna é e continuará a ser o ícone cimeiro no universo pop e independentemente da ocasião e do local, multidões persistirão em responder à chamada. Por isso, todos dançaram e vibraram ao som dos sucessos de Madonna e ninguém recusou as canções menos conseguidas de «Hard Candy», nem o rock descartável e de mau gosto que apareceu lá mais para o final do concerto, na sequência «Like A Prayer», «Ray Of Light» e «Hung Up». Não foi nem será o melhor concerto do ano, mas tivemos a oportunidade de ver uma vez mais a rainha da pop.
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Aproveito a ocasião para repescar a edição especial de «Hard Candy», o décimo primeiro álbum de carreira de Madonna. Editado já este ano, «Hard Candy» criou muitas expectativas. Além de se seguir ao mega sucesso «Confessions On A Dance Floor», de 2005, o disco conta com colaborações fortíssimas, capazes de vender discos aos molhos. Nomes como Timbaland, Kanye West, Justin Timberlake e Pharrell Williams vitaminaram a edição de «Hard Candy». O primeiro single mostrou, uma vez mais, a capacidade de Madonna se adaptar e reinventar face aos ventos do mercado discográfico. Contratou a dupla «Timbalake» e o resultado foi «4 Minutes», exercício discreto mas capaz de agradar aos fãs de Madonna e de Justin Timberlake. Aproveitou a presença de Timberlake e registou mais algumas canções, entre as quais, os slows «timberlakianos» «Miles Away» e «Devil Wouldn't Recognize You» e o funky beat de «Dance 2night». Convocou Pharell Williams dos The Neptunes e gravou uma mão cheia de canções, com destaque para o segundo single «Give It 2 Me» e os adocicados «Candy Shop», «Heartbeat», «Incredible» e «Beat Goes On», que conta com a presença de Kanye West. É um disco dançável, mas não tão virado para a pista de dança como o anterior «Confessions On A Dance Floor». Todavia, Madonna já nos habituou às edições de estrondosos sucessos após álbuns menores. Esperemos assim pelo sucessor deste «Hard Candy» e, porque não, por mais uma passagem da rainha por palcos nacionais (mas da próxima vez em locais preparados para o efeito).
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Para terminar fica a apresentação do tema «Hung Up» nos MTV Music Awards, em Lisboa. Uma das melhores canções da carreira de Madonna que se apresentou completamente transfigurada no concerto do passado dia 14 de Setembro.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Viagens à tasca

Para a presente postagem optei por efectuar um apanhado de alguns dos artigos adquiridos em longínquas viagens às tascas de Lisboa e arredores. Os locais escolhidos foram: a Fnac de Almada, onde descobri a colectânea «HELP: A Day In The Life» e o aditamento, em formato Maxi-Single, a «The Immaculate Collection» de Madonna através do EP «The Holiday Collection»; e aquando da abertura da nova tasca de Alfragide «alegrei-me» com os € 7,00 de «Pocket Symphony» dos franceses Air e com duas memórias dos norte-americanos !!! (Chk Chk Chk).
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Numa altura em que se comemoram os dez anos de «Moon Safari», o fantástico debut dos Air (facto que resultou numa edição ampliada do álbum), trago a este espaço «Pocket Symphony», a proposta de 2007 do duo francês. Após terminada a empreitada «5:55», de Charlotte Gainsbourg, Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel entraram em estúdio para gravar o sucessor do elegante «Talkie Walkie» (2004). Da experiência com Charlotte Gainsbourg os Air trouxeram Jarvis Cocker (Pulp) e Neil Hannon (The Divine Comedy), que escrevem e cantam dois dos temas apresentados. Das restantes experiências musicais recuperam as electrónicas idealistas e, por vezes, «sonâmbulas» de início de carreira para nos oferecerem um disco introspectivo e muito atmosférico. É certo que para muitos fãs esta poderá ser a faceta mais apelativa da banda: temas como «La Femme D’Argent» e «Talisman», de «Moon Safari», ou mesmo «Alone In Kyoto», de «Talkie Walkie», continuam a merecer nota máxima. Contudo, apesar da qualidade indiscutível dos citados temas, em «Pocket Symphony» estas mesmas electrónicas andam à deriva e apesar de sonhadoras em muitos casos percorrem terrenos maçadores e redundantes, saindo poucas vezes do ponto de partida. Excepções para «Mer Du Japon» e «Photograph», os melhores temas aqui apresentados e pedaços da melhor pop oferecida pela equipa Nicolas Godin, Jean-Benoît Dunckel e Nigel Godrich.
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Seguimos na novíssima Fnac de Alfragide para falarmos do dance-punk dos !!! (Chk Chk Chk). Foi através do empolgante «Louden Up Now» (2004) que iniciei a dança ao som destes norte-americanos. Movimentações que entretanto se intensificaram com «Myth Takes» (2007). Por isso, foi um regalo encontrar o debut «!!!» e o EP «Take Ecstasy With Me/Get Up». Por incrível que pareça, as labaredas !!! incendeiam os ouvidos de muito melómano desde o longínquo ano de 2000. A estreia homónima contabiliza quarenta e cinco minutos repartidos por sete estruturas abrasadoras. «The Step», tema de abertura, é um autêntico manifesto à folia que corre nas veias desta banda: «There ain't no givin' up, we're just now movin' on up / Straight to the top» canta Nic Offer; para mais tarde se demarcar: «They used to say we were crazy / Well look at us now, we’re amazing / And the best is still to come». «Louden Up Now» é de facto um dos discos mais marcantes e ímpares da década de 2000. Porém, o mesmo não faria tanto sentido sem estes primeiros quarenta e cinco minutos dopados de energia e não só (ouça-se, por exemplo, «Storm The Legion», no qual se ouve «LSD taught me a lot about me» e/ou «I learned a lot from smokin' pot»). Hedonismo à séria em música não aconselhável a menores de idade. Menções finais para a autêntica montanha russa de ritmos e emoções que é «There’s No Fucking Rules, Dude» e a quase brincadeira «Feel Good Hit Of The Fall» (descansem pois não se trata de nenhuma reinvenção do greatest hit «Feel Good Hit Of The Summer» dos stoner-rockers Queens Of The Stone Age).
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O EP «Take Ecstasy With Me/Get Up» (2005) é um autêntico achado. Já aqui mencionei várias vezes a minha admiração pelas covers. Ora bem, este disco com cerca de vinte minutos de música é composto por duas versões: a primeira originalmente editada em 1994 pelos The Magnetic Fields, de Stephin Merritt, e a segunda de Nate Dogg (2003). «Take Ecstasy With Me» é shoegaze incandescente embebido em sintetizadores Kraftwerk, ritmos e coros Happy Mondays e ambientes Stone Roses. Simplesmente perfeita. Relativamente a «Get Up», a outra metade desta proposta !!!, encontramos a banda numa encruzilhada entre a soul de um Marvin Gaye e uma mistura R&B com o melhor hip-hop norte-americano. Todavia, os seus dez minutos de duração e a psicadélica segunda metade do tema dissipam algum do entusiasmo sentido no início, mas o espírito, esse é: «Twist and twist / And turn and turn / Got my, got my body burning».
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Mudamos de tasca, de distrito e de bebidas. Na margem sul os copos começaram a rolar ao som de Madonna, que surge aqui com o EP «The Holiday Collection». Pequena compilação, em formato Maxi-Single, que resulta de uma autêntica adenda ao greatest hits «The Immaculate Collection» (1990). A ideia para esta edição surgiu após os protestos dos fãs de Madonna sobre a não inclusão de alguns dos maiores hits da cantora no alinhamento final da primeira compilação da sua carreira. Vai daí a Warner Bros. junta a versão original de «Holiday» a «True Blue», «Who’s That Girl» e a Silver Screen Single Mix de «Causing A Commotion» (original editado na banda sonora de «Who’s That Girl»). O disco não traz nada de novo, registe-se que o grafismo é idêntico ao utilizado na «obra-mãe» «The Immaculate Collection», mas é, hoje em dia, uma edição muito procurada pelos sempre sedentos seguidores da rainha da pop. Contudo, e no final parece-me que continuam a faltar alguns hits.
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Mantenho as atenções nas compilações para destacar o álbum «HELP: A Day In The Life». Editado em 2005, esta iniciativa de alguns dos nomes mais importantes da música contemporânea celebra os dez anos sobre o lançamento do álbum «HELP Album». Ambas as colectâneas serviam para «combater» o flagelo que ainda hoje marca a vida de muitos países: a guerra. Do alinhamento final constam nomes como os Radiohead (mais um bom exercício de Thom Yorke e companhia em «I Want None Of This»); os Gorillaz (pop world music de primeira linha com o soberbo «Hong Kong», posteriormente utilizado em «D-Sides»); os Coldplay (num verdadeiro lado-b de «A Rush Of Blood To The Head», com «How You See The World N.º 2»); os The Kaiser Chiefs (através duma interessante revisitação a «I Heard It Through The Grapevine», tema notabilizado por Marvin Gaye); os The Magic Numbers (com uma das melhores propostas aqui apresentadas em «Gone Are The Days»); os Bloc Party (sentimos que «The Present» mostra-se ainda numa fase embrionária, mas a imagem de marca da banda de Kele Okereke está lá e não se saem nada mal); a dupla Keane & Faultline (com uma simpática a cover de «Goodbye Yellow Brick Road» de Elton John); e os The Go! Team (apropriação do mundo Tarantino pela banda, em «Phantom Broadcast»). Encontramos ainda faixas dos Razorlight, Emmanuel Jal, The Manic Street Preachers, Damien Rice, Tinariwen, The Coral, Mylo, Maxïmo Park, Elbow, Hard-Fi, Babyshambles e uma colaboração entre George e Antony. Contudo, o todo acaba por se superiorizar à própria soma das partes e «HELP: A Day In The Life» além de representar uma importante causa humanitária revela-se numa excelente colheita musical.
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Para terminar da melhor forma apresento «Lucky» dos Radiohead, um dos temas que compunham o original «HELP Album» de 1995.
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terça-feira, 3 de junho de 2008

Madonna | Give It 2 Me

Cá está o segundo single de «Hard Candy», o novíssimo álbum de Madonna. «Give It 2 Me» é produzido pelos The Neptunes e o vídeo conta com a presença do inevitável Pharrell Williams.

Encontro marcado para Setembro

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Madonna's back in town

Está confirmado! Madonna regressa a Portugal no dia 14 de Setembro para um concerto único no Parque da Bela Vista (mesmo local onde decorrerá nos próximos dias o Rock In Rio). Os ingressos para este espectáculo da «Sticky & Sweet Tour» - que promove o mais recente «Hard Candy» -, custam sessenta euros e estarão à venda no próximo dia 31 de Maio. Para terminar deixo o vídeo de «Frozen», já um clássico da pop.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Madonna feat. Justin Timberlake & Timbaland | 4 Minutes

«Hard Candy», o novo álbum de Madonna, chegará às lojas só a 28 de Abril. Enquanto não nos é possível ouvir o disco na integra, fica o vídeo de «4 Minutes», single de apresentação que conta com a colaboração da dupla Timbaland & Timberlake.